Da mesma forma, a 2 de Julho, Paulo Portas transforma decisivamente o léxico político, dando novos significados ao significante significado da insignificância da sua palavra:
(...) Com a apresentação do pedido de demissão, que é irrevogável, obedeço à minha consciência e mais não posso fazer. (...)
(...) Em consequência, e tendo em atenção a importância decisiva do Ministério das Finanças, ficar no Governo seria um acto de dissimulação. Não é politicamente sustentável, nem é pessoalmente exigível.
Vamos comemorar o feriado de 5 de Outubro um dia mais cedo:
a 4 de Outubro, nas mesas de voto!
Paulo Portas é um cadáver político desde este triste dia, e ninguém o pode levar a sério. O que custa ver é como o 'kommentariat' da TV finge ignorar este facto e não desata à gargalhada de cada vez que ele abre a boca. Isto mostra até que ponto a nossa opinião publicada alinha com a Direita. Mas, olhando para a sua história anterior onde pontuam inúmeros casos por esclarecer, isto deveria há muito ser óbvio para os quadros do CDS, onde pontuam pessoas muito mais sérias do que ele (e, sobretudo, adultas). Passos Coelho não tem a erudição e o humor de Portas, mas é, apesar das mentiras, uma pessoa crescida. Claro, entre os dois, eu escolho António Costa...
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