Um dos motivos porque adoro viajar é a felicidade que sinto ao regressar a casa.
Em volta da mesa a conversa acalma e estimula, o apelo primitivo ao alimento do corpo e da mente, à intimidade de quem se ama, respeita e quer.
Pão fatiado a preceito, uma prova de queijos, um mestiço (ovelha e cabra) outro de cabra, um chouriço bem curado, vinho tinto Couteiro-Mor escolha 2010, requeijão acabado de fazer com doce de abóbora de outros natais, a chuva forte nas janelas e uma luz que se espalha, discreta, pela sombra da noite.
Sem comentários:
Enviar um comentário