António Costa precisa de aglomerar a esquerda. A sua presença no I Congresso do Livre é um bom sinal. E os seus opositores estão muito preocupados. O BE esfrangalha-se e o PCP teme o voto útil. Quanto a Marinho e Pinto talvez tenha subestimado a tolerância dos ses compatriotas. Havendo quem mobilize os votos com esperança na mudança, deixam de fazer sentido os vendedores de ilusões e semeadores de virtudes.
Agora António Costa e o PS têm que se voltar para o seu verdadeiro opositor - este governo e a sua base política. É urgente que se construa uma alternativa com uma sólida e alargada base de apoio. É urgente discutir a crise, a Europa, a dívida, os serviços públicos, a solidariedade, o desemprego, o investimento, a sociedade digna e decente em que queremos viver.
COMENTÁRIO AO POST "Da conglomeração da esquerda"
ResponderEliminar01- A primeira parte do post relembra factos muito pertinentes, e aponta a construção da coesão do Partido, como questão prioritária.
02- Relativamente à parte final do post preferiria apontar três temas:
a)- corrigir o desvio direitista que marcou três últimos anos da vida do partido. A coesão constrói-se e nada tem de espontâneo.
b)- refundar o Partido, o que decorre de equacionar as mutações na Sociedade, nos últimos quinze anos. E tal passa pela elaboração de uma Nova Declaração de Princípios.
c)- articular o combate político ao atual Governo com a elaboração de um Programa Eleitoral, dando satisfação às prementes necessidades das Populações.
Boa Noite.
Cordiais, Afáveis e Amistosas
Saudações Democráticas e Socialistas
ACÁCIO LIMA
Certíssimo, Sofia.
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