Dou a volta a um parapeito que sobrevoa o caos
estranho o silêncio e a subtil luz meridional
sem sol nem brilho arrefecida de névoa
e vagar. Inclino os olhos e suspendo a voz
numa surda aceitação do tempo.
Recolho os sentidos e instalo a esquina
de um limite numa vida que se refaz.
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