É muito interessante ouvir e ler algumas pessoas / agrupamentos partidários usarem a expressão - a democracia não se esgota nas eleições. São habitualmente as / os mesmas (os) que nunca aceitaram nem aceitam os resultados eleitorais.
De facto as eleições não são tudo - e têm que ser livres, sem censura, com liberdade de expressão de pensamento, imprensa livre e justiça a funcionar. Mas são a base e a fundação da democracia representativa. Qualquer desvalorização de eleições livres são sintoma de cultura totalitária, com ou sem roupagem de grande preocupação pela vontade do povo e das massas trabalhadoras.
01- Este post tocou-me muito particularmente.
ResponderEliminar02- Pegou, a Autora, numa frase corrente, muito banalizada, e explicitou a "Carga Ideológica" que ela carrega, e o pesado e vasto conteúdo, desdobrando-o.
03- Este post poderia vir a ser o primeiro de uma Série, do tipo "Um dia como os outros". Seria indelicado sugerir um título para tal Série.
Boa Noite.
Boa Semana.
Cordiais, Amistosas e Afáveis Saudações
ACÁCIO LIMA..
Aliás, creio que é precisamente porque «a democracia não se esgotar nas eleições» que aqueles regimes comunistas tão «acarinhados» precisamente pelas pessoas/partidos que ainda assim se expressam nunca foram democracias.
ResponderEliminarÉ que nesses regimes também havia cerimónias onde se depositavam papéis em urnas a que se chamava também eleições, mas com censura, com ausência de verdadeiro debate político e sem qualquer fiscalização do escrutínio, as listas governamentais comunistas venciam-nas com scores de 99% dos votos.
Eram (...são, lembremos o da Coreia do Norte ou o de Cuba) regimes onde a «democracia» é impossível "esgotar-se" porque nem chega a "assomar". Que conversa a deles!