António Costa levantou-se. Finalmente! É preciso que, rapidamente, a estrutura partidária se convença de que, deste modo, está a afastar-se cada vez mais da realidade.
António José Seguro não tem alternativa senão convocar eleições dentro do partido. Se o não fizer, as próximas legislativas poderão estar irremediavelmente perdidas para o PS. Não há estatutos que lhe salvem a imagem, caso se esconda atrás deles para fugir à provocação de António Costa.
Alguma coisa tem que mudar. É indispensável que todos olhemos para o futuro próximo e tentemos perceber como se irá formar um governo. O PCP, para não variar, já veio avisar que o problema são as políticas. Mais uma razão para que o PS tenha obrigatoriamente de mobilizar o voto da população. Mais uma razão para partidos, como o LIVRE, englobarem a esquerda do PS e protagonizarem acordos para a legitimação de um governo de esquerda em coligação.
António Costa foi corajoso. Que António José Seguro mostre coragem e aceite o desafio.
Um post muito bem tecido em torno de adequados links.
ResponderEliminar"Contam-se as espingardas" no seio do Partido Socialista.
Mas importa carrear apoios a quem se dispõe a repor o legado do "25 de Abril".
Boa Noite:
Cordiais, Amistosas e Afáveis
Saudações Democráticas e Socialistas.
ACÁCIO LIMA
Que briguem... talvez assim alguma coisa aconteça neste reino podre
ResponderEliminarVou falar mais claro:
ResponderEliminarDe acordo com António Costa, o PS não está a ser gerido com suficiente "agressividade" contra o governo de Passos Coelho e não consegue capitalizar o descontentamento popular. Por isso, o PS deve usar de mais demagogia e prometer aos portugueses precisamente aquilo que - sabe - não ir fazer e prometer até o contrário do que fará se chegar ao poder, tal como fez Passos Coelho. E o que está a acontecer é que António José Seguro nada promete ao eleitorado por isso lhe falta a tal agressividade.
Quanto aos eleitores, logo hão-de ver que se enganaram uma vez mais; e já lá vão 40 anos de ROTATIVISMO dos partidos PS-PSD-PS-PSD-PS..(uma vezes com CDS outras não).
O Rotativismo foi o sistema vigorou em Portugal durante a segunda metade do século XIX, com maior expressão no período entre 1878 e 1900. O sistema era caracterizado pela alternância no poder dos dois grandes partidos políticos do centro-direita e centro-esquerda, na maior parte do período entre o Partido Regenerador e o Partido Progressista ou o Partido Histórico.