É bom que comecemos todos a pensar em quem deve substituir Cavaco Silva, de forma a devolver a dignidade a um cargo que tem sido amesquinhado e menorizado por este Presidente da República.
Cavaco Silva não sabe responder ao tempo que vivemos, não é capaz de ser uma referência de equilíbrio e apartidarismo, não representa o País nem garante a Constituição que jurou defender.
Após 39 anos da fundação do regime democrático, há que fazer uma profunda reflexão, iniciando pelo papel e importância das Instituições, a começar pela Presidência da República. E um indispensável passo para essa inevitabilidade é que seja eleito um Presidente em quem possamos confiar e de quem nos possamos orgulhar.
Um presidente sem palavra(s).
ResponderEliminarCumprimentos.
É pena que só agora as pessoas se comecem a chatear com ele, ele nunca teve capacidade ou competência para o cargo - qualificação até que tem - só que respeito (e entendimento) pelo cargo, e como dizes, a Constituição, ou seja, o importante não tem ele.
ResponderEliminarCOMENTÁRIO AO POST “A REPÚBLICA PRECISA DE UM PRESIDENTE”
ResponderEliminarEste post coloca a problemática do “Perfil do Candidato Presidenciável”, uma questão que obriga a um certo formalismo no seu tratamento.
Há alguns critérios a observar, que pesam diferenciada mente nas opções, e avanço, desde já, alguns deles.
a)- A maior ou menor predisposição para reforçar as “Liberdades, Direitos e Garantias, Individuais”, vide “Presunção de Inocência” e e não “Inversão do Ónus da Prova”;
b)- A maior ou menor acuidade no aprofundamento da leitura dos “Princípios Básicos do Estado de Direito, em particular o referente à “Separação de Poderes”, e seus limites;
c)- A maior ou menor adesão ao “Primado da Democracia Representativa”;
d)- A fixação prudente na Constituição de 1975, sobre o uso de “Referendos”, nacionais e locais;
e)- O maior ou menor entendimento crítico sobre o “Corporativismo”, doutrina do Estado Novo;
f)- A maior ou menor compreensão sobre a natureza das “Prestações Sociais”, elas sendo “Trabalho Escoado e Incorporado”, logo encerrando um “Valor”, cuja perceção não deve ser perdida ou tão pouco ignorada;
g)- A maior ou menor capacidade de avaliar a “Correlação de Forças” e “Tendências” , na Sociedade;
h)- A maior ou menor avaliação da crescente “Interdependência”, (sobretudo na Europa) , entre “Espaços Económicos”, “Estados” e “Povos”, decorrente da “Divisão Internacional do Trabalho”;
i)- A maior ou menor determinação na consagração de “Políticas Tendentes a Reduzir o Leque da Distribuição de Rendimentos”;
j)- A maior ou menor abertura de espírito para equacionar “Novas Políticas Sociais” e “Novos Desenvolvimentos das Políticas Ativas de Emprego”, que façam face às “Mutações Registadas, na Economia, nas Finanças, no Social e na Tecnologia”, na última década;
k)- A maior ou menor agilidade no manusear do conceito “Excedentes Gerados na Atividade Económica”, determinantes do volume de disponibilidades financeiras, para alimentar, sustentadamente, o “Estado Providência”, as “Prestações Sociais”;
l)- A maior ou menor apetência pelo “Rigor Científico” no tratamento da “Coisa Pública”.
Boa Noite.
Bom Serão.
Boa Semana.
Amistosas, Afáveis e Cordiais Saudações de Muito Apreço de
Acácio Lima
Qualquer que seja o próximo, será MUITO melhor que este.
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