E já estamos em Setembro, aquele que será o mês do regresso em massa da ansiedade e da depressão, da impossibilidade de pagar impostos, da mesa vazia e dos sonhos desfeitos, da escola distante, da saúde reduzida.
O mês do recomeço, do desemprego galopante e do falhanço mais que anunciado desta política de empobrecimento, tristeza, cinzentismo e retrocesso, das compras (s)em dinheiro, do assalto aos contribuintes, da culpa dos consumidores, da imoralidade dos vencedores.
Estamos em Setembro e tentamos continuar, sem um vislumbre de onde chegará a marcha atrás do país.
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