Cai Guo-Qiang
Até na morte procuramos o que não somos
mas quereríamos ter sido.
Incessantemente tentamos a originalidade
um sentido um qualquer desígnio que nos afaste da mole idêntica
normalizada trivialidade.
Até na morte desejamos ser únicos.
Talvez assim todos os dias que a vida nos traz
sempre iguais e sem qualquer fulgor
possam produzir um simulacro um travessão
um pequeno sobressalto na massa do tempo.
Esta nossa ânsia de prolongar a nossa capacidade de estarmos no Posto de Comando, tem muito a ver com o nosso "Não Conformismo" com a limitação da Racionalidade, que, de facto, não nos chega.
ResponderEliminarBom Dia.
Boa Semana.
Cordiais e Afáveis Saudações de Muito Apreço
ACÁCIO LIMA