Sittikorn Pokpong
Recolho-me em nevoeiro no todo cinzento da negação
no presente mais que passado sem futuro.
Recolho-me atrás do mundo no todo ausente de inspiração
no limite da selva para além do muro.
Tal como em ilhas de isolamento prisioneira de mim e da rotina
espaço-me despojo-me em sono lento
afasto desejos
desço a cortina.
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