09 junho 2012

Da minha mais que bacoca portugalidade

 



 


Bem sei. De vez em quando sou acometida por doses estrondosas de um nacionalismo bacoco e foleiro. Irracional e horrivelmente condenável. De um populismo inaudito.


 


Mas a verdade é que, por muito que eu concorde com tudo o que se diga contra este governo, mesmo que diga pior do país e dos meus conterrâneos do que os revolucionários artistas que nos visitam, não gosto nada, mesmo nada de os ouvir criticar, principalmente com condescendência, o que cá se passa.


 


E vestindo completamente o futebol como último reduto da dignidade de um país ultrajado, adorava que Portugal derrotasse a Alemanha. A-do-ra-va.


 

1 comentário:

  1. ACÁCIO LIMA09:07

    Os desafios de futebol, sendo suportados por pelas regras de um Desporto, que persistem, foram tentaculizados, matrizados e integrados na Atividade Económica, capitalista.

    Os nossos homens das artes, da ciência, da cultura, da gestão, do espetáculo, e ora os novos artistas, do Desporto, continuam a alimentar a nossa Auto Estima.

    E, é, neste enquadramento que interpreitei o Post.

    A crítica, a liberdade de criticar, não tem pátria, é universal e ecuménica.

    Eu, beirão, conibrecense, homem do norte, português, ibérico, europeu e cidadão do mundo, cumprimento a Autora do Post e os leitores do blog, desejando um bom dia de descanso e uma boa semana.

    ACÁCIO LIMA

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