Bem sei. De vez em quando sou acometida por doses estrondosas de um nacionalismo bacoco e foleiro. Irracional e horrivelmente condenável. De um populismo inaudito.
Mas a verdade é que, por muito que eu concorde com tudo o que se diga contra este governo, mesmo que diga pior do país e dos meus conterrâneos do que os revolucionários artistas que nos visitam, não gosto nada, mesmo nada de os ouvir criticar, principalmente com condescendência, o que cá se passa.
E vestindo completamente o futebol como último reduto da dignidade de um país ultrajado, adorava que Portugal derrotasse a Alemanha. A-do-ra-va.
Os desafios de futebol, sendo suportados por pelas regras de um Desporto, que persistem, foram tentaculizados, matrizados e integrados na Atividade Económica, capitalista.
ResponderEliminarOs nossos homens das artes, da ciência, da cultura, da gestão, do espetáculo, e ora os novos artistas, do Desporto, continuam a alimentar a nossa Auto Estima.
E, é, neste enquadramento que interpreitei o Post.
A crítica, a liberdade de criticar, não tem pátria, é universal e ecuménica.
Eu, beirão, conibrecense, homem do norte, português, ibérico, europeu e cidadão do mundo, cumprimento a Autora do Post e os leitores do blog, desejando um bom dia de descanso e uma boa semana.
ACÁCIO LIMA