A Chanceler alemã, do alto do seu estatuto auto investido de Timoneira da Europa, quer uma união orçamental. Ontem Sarkozy, auto investido de Adjunto da Timoneira europeia, fez um discurso em que proclamava a união com a Alemanha na defesa do euro e da Europa.
A expressão União Orçamental agrupa as seguintes exigências - inscrição nas constituições dos países membros de tectos de dívidas públicas e de défices orçamentais, com penalizações automáticas para os infractores, desde que, obviamente, não sejam a Alemanha e a França. Quanto aos limites e aos orçamentos não se sabe bem se necessitam apenas de ser aprovados pelo Parlamento alemão ou se também têm que ser ratificados pelo francês.
Estou muitíssimo interessada em saber a opinião dos dirigentes dos partidos da coligação governamental, do maior partido da oposição e do Presidente da República, sobre esta refundação europeia e sobre a implementação democrática deste novo Tratado Europeu.
Uma pequena nota, na margem.
ResponderEliminarO deficit orçamental- anual- é um poderoso instrumento de Regulação, face à conjuntura económica, muito flutuante.
Assim, o deficit orçamental deve ser fléxivel, maleável.
A fixação na Constituição de um plafond, retira essa flexíbilidade.
A Constituição define regras a longo prazo e não anda a reboque da conjuntura.
Boa Noite.
Boa Madrugada.
Bom Fim de Semana.
Saudações Cordiais e Afáveis de Muito Apreço
ACÁCIO LIMA