Um desespero cândido exala dos meus instantes mais solitários.
Um desespero de criança perdida ou, pior do que isso,
de criança abandonada.
É nessas alturas que algo de especial e sereno tem de ser feito.
Aprendi a deixar que as horas se esgotem
minimizando o tempo
e a inevitável angústia de o ver e sentir passar
em desespero.
Não podemos permitir que a ansiedade nos vença.
Sob pena de o desespero se tornar a nossa única condição.
Sem comentários:
Enviar um comentário