Alan Faulds
Seremos felizes os dois
dentro da quieta acidez do quotidiano
entre silêncios cúmplices e tristezas repartidas
a grandeza do amor nas duras desistências
entre o sal da resistência e o manso sabor das ondas.
Seremos felizes os dois
dessa felicidade rugosa e incerta
que ilumina cada recanto dos corpos seduzidos
pela comunhão sem paz nem tréguas
entre acessórios gestos sem sentido nem chama.
Muito bom !
ResponderEliminarExcelente! Um poema... digno desse nome. Parabéns! Vasconcelos
ResponderEliminarLindo!
ResponderEliminarBeijinhos :**
Felicito-a pelo poema
ResponderEliminarde encantar
Obrigada a todos.
ResponderEliminar