(...) Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.
A importância da fé e a sorte de quem a tem. Particularmente se for pessoa de coragem.
ResponderEliminarGuardei,devidamente acondicionada,a última crónica da Zèzinha junto com a "Carta-testamento" de Mário Sacramento.Organizador,em Aveiro,dos "Congressos da Oposição Democrática",nos antípodas políticos dela,mas igualmente empenhado em causas sociais.Seu colega.Surpreendido (?)por um diagnóstico fatal,isolou-se alguns dias num hotel da região,para escrever a "Carta".
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