O terrorismo é igual à direita e à esquerda, o fundamentalismo une as mais diversas ideologias numa só. A intolerância, o desprezo pela vida humana, a ausência de qualquer sentido democrático, a noção de que vale tudo, mesmo tudo, para se impor aquilo que se pensa ser a verdade.
Na Noruega o pesadelo vai crescendo a par da estupefacção. Ainda não se sabe grande coisa, para além do horror na contagem dos mortos e dos feridos. Louros ou morenos, a Deus ou a Alá, os loucos são loucos e matam.
Alguem que me explique como é que um maçon, pró-Israel, pró-sionista, admirador de Churchill é de "extrema direita"? realmente há gente sem noção, a começar pelos jornalistas.
ResponderEliminarOra vamos juntar os factos e não suposições:
*Ele é pró Israel, logo sionista.
*Ele é maçom
*Ele é anti nacional socialista.
Ora qual então devia ser a descrição do sujeito?
“Sionista dinamarquês membro da maçonaria faz atentado terrorista”
Isto seria jornalismo serio, credível e isento.
Como nos é apresentado pelos média Portugueses?
“Membro da extrema-direita faz atentado terrorista”
Isto não é jornalismo não é nada. Isto sim é terrorismo, mas na área do jornalismo.
Se o autor do comentário anterior parecesse transparente nas suas intenções então, àquele pedido inicial que alguém lhe “explicasse”, poder-se-ia responder que, para além dos “factos” que ele enumera há outros, como o posicionamento ideológico anti-multiculturalista do autor dos atentados nas redes sociais.
EliminarMas como todos os “factos” aparecem simultaneamente nos mesmos artigos de jornal é de duvidar que o comentador queira explicações, quer apenas manipular os seus “factos” na direcção oposta à da manipulação de que acusa os jornalistas – entre dois disparates não é obrigatório dar razão a um deles…
Este blogue não está imune ao ataque de gente que paira ...
ResponderEliminar...quem sabe para um dia destes nos desafiar a renegar todos os valores que prezamos ?