A reafirmação e a defesa de uma sociedade humanista e solidária, em que a igualdade de oportunidades é um dos valores fundamentais. Para assegurar que todos os cidadãos tenham as mesmas oportunidades, independentemente da cor, da religião, do género da capacidade económica, a Escola Pública é um dos deveres do Estado.
- A Escola exigente e rigorosa, sem nichos culturais minoritários com metas diferentes das que se exigem à maioria, currículos idênticos no essencial, variáveis consoante a localidade e a quem se destinam.
- A aposta na língua portuguesa como factor essencial de comunicação e afirmação da cidadania deverá ser o cimento agregador das várias culturas que se entrecruzam, sem esquecer as variantes da lusofonia, mas sem que elas subvertam a exigência de um saber uniforme que impeça o racismo e a xenofobia.
- O conhecimento deve estar alicerçado na formação de professores, na sua avaliação de desempenho, na sua dignificação profissional. Uma escola que integre e discipline, uma escola que dê condições físicas, de espaço, de ambiente, de conforto, que providencie o gosto pelo saber, pelo trabalho, pela pesquisa.
- Requalificação dos espaços, bibliotecas, inovação tecnológica com capacidade para permanente consulta e pesquisa na internet, computadores para todos, cantinas, equipamentos desportivos, concentração de esforços das autarquias para que os mais isolados e os mais desfavorecidos não sejam penalizados.
- Exames nacionais dos alunos, nos vários patamares de ensino, colocando-os a todos em igualdade de circunstâncias, para que os acessos aos níveis seguintes não sejam ditados por assimetrias de território ou de capacidade económica.
A defesa da Escola Pública deve sacudir definitivamente o facilitismo, a indisciplina, a desautorização dos professores, deve centrar-se na qualidade do que ensina e do que exige a todos os actores do sistema educativo.
Cara Sofia,
ResponderEliminarConcordo plenamemte consigo.
Cumprimentos
JC