16 abril 2011

Das notas que tomamos (4)

 



A pré campanha eleitoral desenrola-se perante os nossos olhos espantados, cheia de surpresas e truques de magia. O populismo é a moeda mais valiosa no vaivém entre os dois maiores partidos políticos. Imunes ao disparate, as personagens vão debitando as suas deixas, nesta tragicomédia em que somos actores e público.



  1. Fernando Nobre insiste em mostrar o seu desprezo pela Assembleia e pelos deputados. As eleições, para ele, são dispensáveis, pelo menos no que diz respeito ao lugar que negociou com Pedro Passos Coelho.

  2. Marinho e Pinto também dispensa o acto eleitoral. Faz lembrar a facção do MFA, nos bons velhos tempos do PREC, que instava o povo a votar em branco nas eleições para a Assembleia Constituinte.

  3. Basílio Horta é, no mínimo, uma figura polémica nas listas do PS nas próximas eleições legislativas. Independente? Arrependido? Convertido?

  4. Adensa-se o mistério - Pacheco Pereira, Miguel Relvas, Pedro Passos Coelho e José Sócrates em Entre Portugal e Bruxelas - os (2) dias de todas as perguntas.


 

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