Quando colocamos em dúvida a decisão de Sócrates de constituír um governo minoritário, este tipo de situações recordam-nos de imediato a justeza das suas razões.
É difícil encontrar qualificativos para a coligação que aprovou a revogação da avaliação do desempenho dos professores. O populismo e a cedência às reivindicações corporativas, num jogo de tentativas de agrado pré-eleitoral, consegue ser mais inacreditável que todas as outras manobras e manipulações politiqueiras a que temos assistido.
É neste PSD que deveremos acreditar? É neste BE, neste PCP, neste CDS? Os cada vez mais audíveis pedidos de um governo de salvação nacional, essa entidade mítica que apenas significa a amálgama de falta de ideias e de iniciativa, a ausência do assumir da responsabilidade e do risco que significa decidir, governar, mudar, podem já contar com os líderes das várias oposições representadas no Parlamento.
Nota: Pacheco Pereira votou contra esta enormidade.
Guterres conseguiu. Sócrates não. O partido é o mesmo. Logo, o erro é mesmo do personagem.
ResponderEliminarCom a devida vénia, o comentário supra desfoca a História.
EliminarO Governo Minoritário do Eng. António Guterres ruiu, tal como parece ruir o Governo Minoritário do Eng. José Sócrates.
E, curiosamente, são as mesmas Forças Políticas, que operaram nos dois casos.
As chamadas "forças conservadoras e retrógadas, avessas à modernidade, conluidas e coligadas, na negativa".
Boa Noite
ACÁCIO LIMA
O primeiro governo do Engenheiro Guterres não ruiu. Cumpriu o seu mandato. Se a Sócrates lhe falta a capacidade, ao amigo Acácio parece faltar a memória. Guterres nunca teve maioria absoluta.
EliminarHá, e o conservadorismo não é "retrógrado" por inerência. O conservadorismo é realista contra optimismos da história. Veja bem a Líbia!!....
Isto não vaticina nada de bom para o Pais...
ResponderEliminaros partidos estão entregues a putos
sem qualquer ligação com a realidade
e com sentido minimo de responsabilidade
a rascaria tomou definitivamente conta do quotidiano politico...
depois destas cenas ultimos dias
imagino
como a sra Merkel deve agora olhar para esta lusitania...
dizem que já Cesar e Napoleão
se referiam a nós
como
nem coiso, nem coiso...
abraço