Eddie Bowen: The Rock Machines
I.
Vi crescerem ossos desmesuradamente
despontarem nervos insensatamente
arrastarem olhos gulosamente
esconderem risos esforçadamente.
Vi quebrarem laços aplicadamente.
II.
Contigo
sempre contigo, aprendo
a ler códigos silenciosos
de ternura.
01- Por estranho que possa parecer, as "Máquinas" são "fazedoras" de "ternuras". São "filhas"....nossas.
ResponderEliminar02- É que as "Máquinas" existem, primeiro, na cabeça das mulheres e dos homens, e só depois têm "vida própria"- grifado.
03- E, quando a "Máquina", "Computador", nos "tritura" uma noite inteira, com os seus "segredos", nos esquecemos que, por detráz, da"Máquina" "Computador", estão milhares craneos pensantes....
Mas, mesmo assim, não desisto e tenho de "Vencer" o "Computador", a "Maquineta" pífia, pese a desigualdade de forças.
Boa noite.
Bom serão.
Acácio Lima
com eles, os filhos, também eu 'aprendo a ler códigos silenciosos', descobrindo, desvendando no que não dizem, nos sinais...
Eliminarposso ter encaminhado mal o sentido do poema...mas a minha leitura serve-me perfeitamente.
parabéns!
Paula, a leitura é de cada um e os poemas têm as interpretações que cada um lhes queira dar. Obrigada.
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