Miguel Vale de Almeida fez parte das listas de cidadãos independentes candidatos pelo PS nas últimas eleições legislativas. Afirmou, antes das eleições: (...) Poderia falar de mil e uma coisas – até porque não quero ser o deputado apenas das causas LGBT (não quero, aliás, ser mais do que deputado, independente, não quero cargos executivos e tenho no horizonte da minha vida o regresso à universidade e à minha profissão depois da legislatura). (...)
No entanto, a sua renúncia ao mandato, a forma como é interpretada e o texto por ele escrito, fazem pensar que o único objectivo que tinha era, precisamente, ser o deputado das causas LGBT. Talvez por isso mesmo afirme que será lembrado como o o primeiro deputado assumidamente LGBT. Só que, ao contrário de Miguel Vale de Almeida, não penso que isso seja importante para a democracia. Importante é termos deputados que, ao aceitarem essa responsabilidade, representem todos os cidadãos e não apenas os seus próprios interesses, ou os de um grupo, por muito legítimos que sejam.
Perfeitamente de acordo e bem lembrado.
ResponderEliminarIdem.
ResponderEliminarfiquei "petrificada" com a notícia.
ResponderEliminarM.V.A.,confiando no que diz,e confio, é um oportunista.E não digo mais, que receio ofender quem não merece.
Não é seguramente uma ajuda à causa,todos começamos a desconfiar que só querem os nossos votos para com eles comprarem o seu cabaz de natal.
Muito bem, Sofia.
ResponderEliminarNada que me espante, embora me entristeça. É pena que os princípios sejam sacrificados no altar da capelinha, esquecendo o altar-mor que representa o sentido de todos os cidadãos.
:)))
Partilho da mesma opinião. Assim sendo, poderemos concluir que a única motivação desse tal MVA enquanto deputado foi a mariquice.
ResponderEliminarCompletamente de acordo. As tribos não devem ocupar o parlamento onde todos os cidadãos devem estar representados. As tribos, quando apenas se preocupam com os seus interesses, deviam limitar-se à gritaria na rua.
ResponderEliminarExactamente. Miguel Vale de Almeida, independente pelo PS, e Fernando Rosas, do BE, estiveram na AR apenas para salvaguardar os seus interesses. Provavelmente, o mesmo se passa com muitos outros, mas não de forma tão evidente.
ResponderEliminar100% de acordo.
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