Está bom no aconchego de ti. Enrolamos os braços e as pernas no doce morno dos cobertores. Manhã de Natal, o rádio vai despejando mortos e feridos, aviões parados e passageiros desesperados, músicas mais ou menos açucaradas, enquanto o sono vai desaparecendo mansamente.
A paz mede-se pela ternura da partilha do toque, pelo café com filhós na cama, começando o dia devagar.
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