07 dezembro 2010

A Escola Pública pode fazer a Diferença (III)


 


Acredito que hoje Maria de Lurdes Rodrigues esteja muito satisfeita e orgulhosa. Como é habitual, é preciso que outros nos digam o que de bom se faz em Portugal.


 


Ao contrário do que tantas figuras disseram durante a última legislatura, umas por ignorância, outras por corporativismo e ainda outras por oportunismo político, a Ministra Maria de Lurdes Rodrigues foi das melhores Ministras da Educação que tivemos. E o relatório PISA disso faz eco.


 


Gostaria de ouvir agora os comentários daqueles que apelidaram a política de educação do anterior governo como a catástrofe das catástrofes, aquela que justificou a marcha dos professores e a grandiosa manifestação contra a Ministra.


 


É claro que há ainda muito que evoluir. Mas foram dados grandes e importantíssimos passos no sentido de uma mudança coerente e do redefinir de objectivos.

10 comentários:

  1. Acho que a Sofia se pode sentar à espera dos comentários. Como muito bem diz "umas por ignorância, outras por corporativismo e ainda outras por oportunismo político," muito boa gente alimentou a confusão, a mistura de problemas e argumentos e o imediatismo dos reflexos condicionados. Relembro aqui a manifestação dos 100.000 (ou mais) um dos grandes equívocos de que me lembro.

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    Respostas
    1. Concluindo: não dizendo que o teste é falso ou não vale nada existem questões que se deviam pôr: os alunos são treinados para este tipo de testes'?Isto apenas valida o ensino formal e nada mais? etc... mas os seres humanos gostam mais de ouvir isto do o inverso disto..bom domingo...
      http://bulimunda.wordpress.com/2010/12/08/a-mentira-agrada-mais-do-que-a-verdade-the-pisa-affair/

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    2. Bulimundo

      Qual é mesmo o seu ponto? Discutir a metodologia usada? E só agora se lhe coloca o problema? É a primeira vez que se faz este tipo de estudo? Em que é que este tipo de abordagem quezilenta do assunto contribui para o reforço da profissão docente? Como vê eu tenho imensas dúvidas.

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  2. pink19:04

    Fui uma apoiante da ministra e lamentei a sua saída, embora compreenda as razões de contexto...´insuportáveis!
    Os que então a condenaram afirmam agora que SÓCRATES foi frouxo e eleitoralista...
    Dizem o mesmo em relaçao a Correia de Campos.
    Todos percebemos o oportunismo que corrói partidos e as corporacões de longa data e que não será fácil alterar.Exigia-se sentido de responsabilidade.Pedir esmola ao pobre...

    Quanto aos êxitos considero que talvez haja algum exagero e preferia mais realismo. Os efeitos no sector da educação não são imediatos como todos estamos fartos de saber .Não é possível mudar mentalidades,posturas,
    engajamento, num piscar de olhos.

    0 enfoque no que foi feito e bem e já deu frutos é justo e deve ser reforçado,tendo sempre presente que ainda é
    insuficiente e que os principais agentes têm de marcar o ponto!


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  3. Fazia bem a certas pessoas ouvir esta senhora..é que por vezes o que parece não é..ás vezes nem parece nem é...
    http://bulimunda.wordpress.com/2010/12/11/oucam-esta-senhora-city-talk-diane-ravitch-part-1-of-2/

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  4. Atenção a isto..
    http://bulimunda.wordpress.com/2010/12/08/pisa-a-portuguesa-quantas-mais-escolas-terao-feito-o-mesmo/

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  5. O sucesso não se constrói a curto parzo e com senhoras -MLR -que renegaram no seu currículo o terem sido professoras primárias...
    The Secret to Smarter Schools
    By Lisa Moore
    Posted 3/18/07

    If Americans want better schools and smarter students, they should think F-for Finland.

    Finnish 15-year-olds score at or near the top in reading, math, and science in the prestigious Program for International Student Assessment, or PISA, offered every three years by the Paris-based Organization for Economic Cooperation and Development. In 2003 (2006 results aren't yet available), Finland ranked first among 40 industrialized nations in reading literacy, first (with Japan) in science, and second in math. The United States ranked 18th, 22nd, and 28th in those subjects, respectively. Finland also boasts the smallest gap between its best and weakest students, and the second-smallest difference among individual schools' performances.
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    In the early 1970s, Finland scrapped its old education system, which steered students into either vocational or academic tracks at the end of fourth grade. In its place, Finland developed a system of "comprehensive" schooling-free public education for all children from grades 1 through 9 that combines students of all academic abilities and socioeconomic backgrounds in the same rooms. This heterogeneous approach focuses on equity for all.

    Training teachers. Students start primary school during the year they turn 7, with free preschool as an option before that. Classes are relatively small, averaging 20 to 25 students. Schools have enormous flexibility at the local level in choosing textbooks, designing curricula, and allocating funds. Free school lunches, textbooks, healthcare, and transportation for students offer them holistic support in their learning process. In 1998, a new law gave parents more freedom to select schools for their children. And most students with learning disabilities are integrated into mainstream classrooms and still receive intensive support through special education. (Almost 20 percent of Finnish students get such help, compared with an average of about 6 percent internationally.)

    Perhaps the most potent secret weapon in Finland's success is well-trained teachers. In 1970, as the country began to overhaul its system, it mandated that teachers for all grades must obtain at least a master's degree. Today, teacher-education programs at universities are highly competitive, in part because teachers enjoy high prestige in Finnish society. "The status of teachers is comparable to doctors and lawyers," says Jouni Valijarvi, director of the Institute for Educational Research at the University of Jyvaskyla.

    So what can the United States learn from Finland's success? "'No Child Left Behind' should be reality on all levels of the society, not only a slogan," says Valijarvi. "This means big investments in teacher education, special education, and supporting children and families at an early age. The return can be high."

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  6. Vejam este vídeo sobre a Finlândia e o seu sistema educativo...
    http://www.youtube.com/watch?v=rlYHWpRR4yc

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  7. Não... tão só não esconder o sol com a peneira...o encher o balde não significa saber...o passar também não...sempre fui a favor de entrevistas e testes feitos na universidade..o secundário serviria somente para ser concluído...
    Leu sobre a o texto sobe a Finlândia ?Viu o vídeo da senhora americana? Veja as duas coisas conectam-se e fazem ver que isto de tabelas estatísticas não são mais do que isso...Carpe Diem...

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  8. Francisco Cavaco21:20

    Impressionante como a agenda política e mediática se alimenta de estudos como o PISA, que não têm qualquer credibilidade científica, sugiro a leitura deste documento
    http://www.univie.ac.at/pisaaccordingtopisa/introduction_pisaaccordingtopisa.pdf .

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