A investigação do caso Freeport iniciou-se há cerca de 6 anos. Segundo a TSF, os Procuradores responsáveis pela investigação declararam que não tinham tido tempo de ouvir José Sócrates e Rui Nobre Gonçalves (para os quais tinham, respectivamente, 27 e 10 perguntas a colocar).
Utilizando a aritmética simples isso daria 4,4 perguntas/ano, 0,375 perguntas/mês, 0,0125 perguntas/dia e 1,66 perguntas/ano, 0,138 perguntas/mês e 0,004 perguntas/dia a José Sócrates e Rui Nobre Gonçalves, respectivamente.
É portanto compreensível, ainda mais se nos recordarmos que teriam que ser retiradas as horas correspondentes aos dias feriados e de fins-de-semana, de férias e ainda as horas de dormida, satisfação das necessidades de sobrevivência diária e o mínimo de lazer, que tenha sido manifestamente impossível, até pela celeridade avassaladora do processo, como seria de esperar em processos desta gravidade e deste tipo, a falta de tempo para o cabal esclarecimento da verdade.
Esperam-se adiamentos e novos prazos pois é claro que estas duas personagens têm ainda muito a explicar ao povo português, mais precisamente a uma parcela dele, aquela que escreve em jornais e alimenta telejornais de pornografia informativa, destilando calúnias e difamação por toda a parte, demonstrando diariamente o apego à liberdade de expressão, à ética e à responsabilidade cívica.
Nota: Peço que me desculpem a inexactidão: afinal só a 1 de Outubro de 2008 é que o processo Frreport foi para a mão dos dois Procuradores com falta de tempo. Reforçam-se, assim, as suas razões. Mais transparência e rigor:
José Sócrates - 1,22 perguntas/mês; 0,040 perguntas/dia
Rui Nobre Gonçalves - 0,45 perguntas/mês; 0,015 perguntas/dia
(via Câmara Corporativa)
Por ter apagado o post e ter republicado, com alteração do "lettering", desapareceu o comentário de Acácio Lima, que reproduzo, pedindo as minhas desculpas:
ResponderEliminarA notícia é também da "RTP" e do "Público".
Falta de vergonha. Falta de profissionalismo. Falta de respeito pelos Cidadãos. Falta de decoro perante os Visados. São assim a generalidade dos Procuradores e Juízes, que protegeram e impediram que os Juízes e Procuradores nos Tribunais Plenários, do anterior regime, fossem chamados a prestar contas, numa conivência de contornos corporativos.
Amistosas, Afáveis e Cordiais Saudações de
ACÁCIO LIMA
essa gente nem imagina o q fez com isso , envergonhou todos os emigrantes por esse mundo fora, q bestas , me perdoe a expressão
ResponderEliminarjoao costa