Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. O que será que significa para quem proferiu os discursos solenes, para quem condecorou personalidades, para quem repetiu muitas vezes a palavra pátria?
Ninguém é dono das palavras, muito menos do que elas significam. Portugal e patriotismo não são ferretes nem emblemas, bandeiras desfraldadas para ferir. Portugal é uma mescla de sons e de cores, de sentimentos e de poesia, muita, verde, amarela ou castanha, de olhos azuis ou negros, de cabelos ruivos ou de carapinha.
Onde estão aqueles que de Portugal fizeram pátria, quem homenageou os imigrantes, os novos cultores da língua, os pais e mães de novos filhos, os que misturam e e fazem evoluir o canto, a melodia, a significado de ser português?
Vivemos em Portugal, com as nossas vitórias e as nossas misérias, com uma bipolaridade singular, que nos entristece e nos impulsiona para mais longe. Portugueses somos todos os que ainda não desistimos dele e de nós. Somos todos que o queremos ser, sem paternalismos nem novos moralistas.
ResponderEliminarLi o post supra e também li o que a imprensa referiu sobre o comentário do Candidato a Presidente da República, Manuel Alegre, tecido sobre o discurso do Senhor Presidente da República Cavaco Silva, e que passo a transcrever:
"Manuel Alegre, considerou que o discurso de Cavaco Silva foi "adequado" mas "tem uma palavra a mais que é `insustentável`", uma vez que cabe ao Presidente da República dar uma palavra de "confiança".
Não consigo percepcionar qual o conteúdo da palavra-conceito "adequado", usada pelo Candidato.
A "confiança", não é uma pastilha elástica, para Presidente da República, distribuir pelas criancinhas, adolescentes e também graúdos.
Mas não corro risco de me equivocar, se afirmar que o Candidato Alegre não tem condições para entender este post.
A Autora vai ter uma trabalheira, para explicar ao Candidato Alegre, este Seu post linear.
Sou dos que não desitem. Não desisto de mim nem desisto do meu Povo.
Cordiais Saudações de
ACÁCIO LIMA