21 abril 2010

Um dia como os outros (52)




Não resisto a transcrevê-lo todo.


Por causa da avaliação de professores, vários sindicatos, com a Fenprof à cabeça, moveram contra Maria de Lourdes Rodrigues uma guerra sem quartel. Sócrates, e muito bem, nunca a deixou cair. (Ao contrário do que fizera, e mal, com Correia de Campos.)


No actual governo, Maria de Lourdes Rodrigues, a dura, foi substituída à frente do ministério da Educação por Isabel Alçada, uma escritora cuja amabilidade parece ter sido suficiente para driblar a referida Fenprof.

A magia acabou. Docentes de vário grau e competência acabam de descobrir, estupefactos, que a avaliação conta (e como não contaria?) para os concursos de contratação.

Consequência: os docentes que, por discordarem do modelo de avaliação, não aceitaram aulas assistidas, ficaram impossibilitados de obter as classificações mais altas (Muito Bom e Excelente). Não as tendo obtido, vêem-se agora prejudicados no confronto com os que, e foram muitos, aceitaram aulas assistidas durante o processo de avaliação. Isto é o óbvio ululante. Porém, a avaliar por declarações aos media, a maioria diz-se surpreendida com os factos e traída pelos sindicatos.

 

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