Bullying
Doem-me os ossos a língua
a míngua
a dor do desprezo
o medo
a chuva o pasmo
o sarcasmo
do mundo.
Enterro-me no fundo
nas pedras no lodo
desfaço-me todo
desapareço.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
ResponderEliminarExcelente poema.
Parabéns!
Cumprimentos.
Vasconcelos
Obrigada.
EliminarExcelente, Sofia!
ResponderEliminarMuito, muito bom...
"(...) a míngua
a dor do desprezo
o medo (...)"
Perfeito. O poema, claro.
Triste. Muito, muito triste.
Absurdamente triste.
:)
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