Já nada trava o disparate e a manipulação política.
- Um jornal viola a lei, publicando o que está em segredo de justiça;
- Um cidadão visado e julgado na praça pública, que não é arguido em qualquer processo judicial, para proteger o seu direito constitucional ao seu bom nome, tenta que uma decisão judicial interponha uma providência cautelar para impedir que o jornal viole de novo a lei;
- Isso é entendido como uma interferência do governo na liberdade de imprensa e rotulado como censura;
- Esse jornal recusa-se a receber a notificação judicial;
- Há um jornalista que incita à desobediência civil;
- Há uma manifestação que usa o pressuposto de que não há liberdade de expressão em Portugal;
- Os telejornais abrem com directos em que se discute a censura decretada por um juiz;
- Há um bloguer que faz uma lista de blogues que não aderiram à manifestação.
A espiral de loucura não pára, está em roda livre.
Começa a ser assustador.
Nota: Vale a pena ler o Porfírio Silva.
Infelizmente vem no sentido de algo que há muito tempo venho dizendo: os media, os jornalistas abusam, atropelam, enlameam e cometem toda a espécie de atentados e até crimes contra a civilidade, o direito ao bom nome e acima de tudo atentam contra o estado de direito e o direito fundamental de alguém, qualquer pessoa, ser inocente até prova em contrário - prova, não insinuação - e o direito a um julgamento justo.
ResponderEliminarEscudam-se em algo igualmente fundamental, abusam do direito de liberdade de expressão - esquecendo-se que essa liberdade termina onde a dos outros começa. Tenho pena, mesmo muita pena de o quadro judicial e penal não punir exemplarmente, com prisão e privação do acesso à profissão os jornalistas que se provar que mentem, sim, mentem - não no ponhamos com paninhos quentes de omissões e o caraças.
Que não se multem exemplarmente as publicações e demais meios sempre que permitam tal - em caso extremo com o encerramento desse meio.
Que se puna exemplarmente os donos dessas publicações, sejam pessoas singulares ou colectivas, anónimas ou outras, sempre que tal aconteça.
O que eu tenho pena é do estatuto de intocável, de inimputável que a imprensa e os jornalistas gozam. É demasiado poder em gente que não se submete a votos, que não se submete a escrutínio. Demasiado poder em gente que não tem escrúpulos, espinha, moral em umbridade.
Sim, está a começar a ser assustador... eu estou assustado com o que estou capaz de aceitar para se impor disciplina a quem dela de facto precisa.
Portanto a impunidade dos jornalistas é intolerável.
EliminarAs dos políticos não.
Apito dourado as escutas são ilegais porque culpados são eles, isto não é impunidade.
Ao escutar A.V. ele está a falar com o P.M. então já não podemos ouvir mesmo que estejam a combinar o assalto ao BCP.
Isso não é impunidade.
O braço direito homem de Grande confiança do P.R. rouba a torto e direito diz que não se lembra e que 30 milhões são trocos, isso não é impunidade.
São mesmo bandidos os jornalistas.
Puna-se os donos dos jornais prendam-se os jornalistas.
ResponderEliminar:)))
mudou de opinião desde o caso fernando lima?
ResponderEliminare olhe que nem havia escutas e condenaram logo o homem
http://defenderoquadrado.blogs.sapo.pt/540309.html
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