Quando olhei já te não vi
cega que estava de chuva e névoa,
quando se instalou a ausência
já nem senti
por dentro das pedras que arrastam
a água do silêncio.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Belíssimo.
ResponderEliminarAs lágrimas-pedras que os olhos repelem
na construção dos silêncios.