Não conheço a obra de D. Manuel Clemente, nem como Teólogo, nem como Historiador. Mas o facto de ser Bispo não me parece impeditivo de merecer o Prémio Pessoa.
O desconhecimento da sua obra será certamente devido mais à minha ignorância e falta de interesse do que à sua pouca valia.
Pertencer à Igreja Católica não deve ser motivo de discriminação positiva tal como não deverá ser motivo de discriminação negativa.
(Também aqui)
Cara amiga,
ResponderEliminarEstou mesmo muito de acordo consigo.
Vi ( e li) muito jacobino, e alguns "ateus-novos" a dissertar sobre o desajuste da atribuição do Prémio a um clérigo.
Numa sociedade plural, como a nossa, ninguém pode ( ou deve) ser discriminado.
A Sofia andou bem quando faz ressaltar esse magno aspecto.
Por outro lado, em tempo de crise e de "aggiornamento" da Igreja Católica parece-me que D. Manuel Clemente pode bem ser figura paradigmática na intervenção social.
Por outro lado, a composição plural do Júri (que eu me lembre - nunca foi contestado...) dão-nos a garantia de isenção e bom senso.
:))))
Completamente de acordo.
ResponderEliminar: )