poema de Luísa Azevedo
pin - uma explicação de ternura
Vê como a nossa casa é tão transparente.
O amor cruza as aparentes barreiras de pedra.
Vê-se à luz do dia e toca-se na noite.
Assim ficaremos,
eternizados de mãos dadas!
Ao vento, à chuva, à sombra da lua.
Eu sentirei para sempre aquele toque de ternura.
E tu saberás o quanto fui, e quis ser, tua.
Também gosto.
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