pintura de Teresa Dias Coelho
dor
Nem sempre a sombra se aperta
ao largo das pedras dos sinos
nem sempre o laço se solta
nos subúrbios do destino
nem sempre os corpos se moldam
nos meandros dos caminhos
mas sempre a dor desaperta
no gotejar da solidão.
Nem sempre nos surgem oportunidades de ler algo tão intenso, tão belo.
ResponderEliminarBeijos
:)))
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