A liberdade é um bem escasso que deve ser preservado a todo o custo.
A liberdade resiste mal à suspeita, à insinuação e à ignomínia. A liberdade convive mal com os falsos moralismos e a acusação sem fundamento.
As pessoas livres sabem que a liberdade não se compra nem se vende, sabem que há riscos em assumir as suas ideias perante aqueles que da liberdade não conhecem mais que um nome, não experimentam mais do que soletrar uma palavra de que lhes escapa o sentido.
As pessoas livres arriscam as suspeitas, as insinuações e as ignomínias daqueles que desprezam e traem a liberdade.
As pessoas livres estão dispostas a ser livres e praticam a liberdade, surgem mais fortes e mais livres sempre que essa liberdade é ameaçada.
Suponho que não está a falar de coisas como esta: http://jamais.blogs.sapo.pt/85431.html
ResponderEliminarNão percebi.
EliminarPensei que um texto como este, numa altura como esta, escrito por uma pessoa claramente alinhada com uma determinada facção política, tivesse um significado que fosse para além da construção literária de um enunciado que pode ser subscrito por muita gente, da esquerda à direita. Pensei que pudesse ser lido como acusação (ou, se quiser, contraponto) às formas de actuação dos seus oponentes políticos. Daí a minha questão, uma vez que me parece que a incompreensão dos conceitos de liberdade grassam em todos os campos e certamente não menos no socialista que nos restantes. Mas admito que possa ter feito uma leitura excessiva do que escreveu.
EliminarTem razão, desculpe se não o percebi. Este texto tem também essa leitura. E foi feito a pensar sobretudo nos oponentes políticos que se servem da insinuação, da baixeza e dos ataques pessoais como armas de arremesso.
EliminarÉ claro que estas características não são exclusivas de nenhuma força política. Mas convenhamos que, nesta altura, todos sabemos perfeitamente onde encontrar exemplos.
Mmmm.... Inspirado em alguém???
ResponderEliminarEm várias pessoas, Eduardo.
Eliminar