27 maio 2009

Da dignidade

 


Impossível não nomear o assunto do dia, que já o deveria ter sido há bastante mais dias: a demissão de Dias Loureiro do Conselho de Estado.


 


Nã está em causa a culpabilidade ou a inocência de Dias Loureiro, na embrulhada do BPN, nem está em causa o facto de um país inteiro ter estado a ouvir o manancial de acusações a várias pessoas que Oliveira e Costa fez, nem a credibilidade do próprio Oliveira e Costa.


 


É uma questão de dignidade individual e de dignidade da função exercida, tal como acontece com Vítor Constâncio, tal como acontece com Lopes da Mota.


 


Honra seja feita a esta comissão de inquérito parlamentar, que está a fazer o trabalho da justiça. Alguém que o faça.


 

4 comentários:

  1. O que é que o caso Dias Loureiro tem de semelhante com Lopes da Mota?

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  2. aires bustorff08:07

    Meu deus, com letra pequena...

    como é possível uma pessoa inteligente, fazer estas misturas e confusões...

    pressões,

    conversas de colegas, magistrados,

    logo óbviamente sujeitos e objectos de contraditório no ambito das suas actividades profissionais?

    Relativamente a VConstancio,

    a Sofia tem consciencia do que felizmente se salvou do sistema bancario nacional

    e da sua importancia, efeitos positivos - negativos, na economia global do País e da presente crise?

    Isto é só escrever ao correr da pena, sem medir as consequencias do que se diz ou escreve?

    Que acha do que OCosta comentou,

    que se se generalizasse uma analise identica à feita ao BPN a outros bancos, então o sistema bancario ruiria?

    Enfim... abraço amigo

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    1. aires bustorff09:27

      Sofia,

      deixe-me ainda completar meu pensamento, com duas ideias complementares...

      relativo às "pressões", como serão elas possiveis,

      SE magistrados

      tem um estatuto de independencia e inamovibilidade, especifica da sua actividade, como órgão de soberania que colectivamente são?

      quanto sistema financeiro,

      tem dúvidas que banca é para resto da economia,
      como armamento nuclear o é para uma granada, uma G3?

      E que ASSIM,

      tudo que se diga, faça, pense,

      tem incidencia subsequente no plano do emprego e actividade do resto economia?

      Para quem possa desejar, defender, uma politica de terra queimada

      de quanto pior, OPTIMO,

      então, sim senhor,

      baralha-se ao maximo as questões, os problemas e tambem as soluções irresponsaveis...

      abraço amigo

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  3. Aires Bustorff e Quintanilha, espero ter respondido aos vossos comentários com o post seguinte.

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