Entretanto os candidatos do PS, que se esqueceram totalmente dos problemas europeus, do Tratado de Lisboa, da organização europeia, da adesão dos novos estados, da discussão dos federalismos, dos nacionalismos, dos proteccionismos, das imigrações, das políticas sociais europeias, enfim, da Europa, somam disparates atrás de disparates, como a que levou Elisa Ferreira a confundir o Estado com o PS, o que é gravíssimo, além de, num assomo de bairrismo portista, assumir que o seu nome na lista do PS para a Europa é apenas para fazer número.
Não havia necessidade!
Elisas, labrostas de perfil urbano, é o que para aí mais há.
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