(Teresa Dias Coelho)
Escavo demoradamente palavras
terra de raízes e pedras.
Cega surda aplicadamente
afundo os olhos pelo silêncio.
Cavo o corpo como a luz
que todos os dias apago.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Um excelente regresso à poesia.
ResponderEliminarObrigada, Lino.
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