(Teresa Dias Coelho)
Escavo demoradamente palavras
terra de raízes e pedras.
Cega surda aplicadamente
afundo os olhos pelo silêncio.
Cavo o corpo como a luz
que todos os dias apago.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
Um excelente regresso à poesia.
ResponderEliminarObrigada, Lino.
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