Em tempos de crise são sempre elas as primeiras e as que mais gravemente a sentem.
Não só porque ganham menos que eles, como porque perdem mais rapidamente o emprego, como porque ainda têm que prover ao sustento e acompanhamento dos filhos, netos e pais.
São sempre mais pobres e por mais tempo. Portugal, infelizmente, não é excepção, antes a regra.
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