História de estereótipos de mulheres, de homens e mulheres latinos, do amor em Barcelona e Oviedo, do flamenco e das guitarras, do artista enquanto desequilíbrio e criação, autodestrutivo, das fantasias e da liberdade sexual de quem não tem barreiras.
Estereótipos gentis e credíveis, amáveis caricaturas do que somos, filhos do ambiente, das pedras, do vinho, das flores, das cores das cidades meio indígenas aos olhos de um americano como Woody Allen.
Não no seu melhor, mas um filme leve e, ao mesmo tempo, um filme que se nos cola como uma máscara invisível, mas que nos assenta bastante bem.
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