Concordo com o Presidente da República quanto à necessidade de renovar as gerações de médicos. Só tenho pena é que durante os seus governos ele não a tenha sentido.
Talvez nessa altura tivesse sido mais importante a sua preocupação e planeamento estratégico, visão a longo prazo, ou outras expressões semelhantes. Agora vem um bocadinho extemporânea, ou mesmo atrasada...
Pois é, Sofia, os grandes "patrões" da Medicina, em que se incluíam os profs . detentores das cátedras foram o grande obstáculo ao aumento de vagas nas faculdades. Rompeu-se essa barreira, com a criação de duas novas escolas (Covilhã e Braga), nos governos de Guterres, tão injustamente criticados.
ResponderEliminarSimplesmente, a formação de um médico é coisa de uma década. Daí o défice venha de trás.
Esta é uma boa questão para se perceber como é necessária uma visão de longo prazo para boa governança.
E não ficava nada mal aos que não tiveram essa visão, como Cavaco, neste caso, fazer o mea culpa.
Cavaco Silva só diz banalidades. Nunca vi um Presidente da República assim!
EliminarPortugal merecia melhor!
Um post oportuníssimo. Subscrevo.
ResponderEliminarCompletamente de acordo! E muitíssimo oportuno o reparo. Aliás, nem me parece que seja assunto para um PR. Muito menos um PR que foi PM e que não fez rigorosamente nada para que o que aponta não se passasse. É como se diz aí noutro comentário: banalidade a mais!
ResponderEliminar:))
Ficava bem a Cavaco, ao apontar deficiências, incluir uma nota de flash back, com mea culpa incluída. Nesta questão como noutras (o tal "monstro" do Estado, o défice, a dívida externa, o fosso entre ricos e pobres, o discurso do Portugal "pátria de corruptos", etc).
ResponderEliminarA memória da nossa história recente também é uma questão de Estado.
Uma grande verdade, que tem e teve consequências na vida e morte de portugueses.
ResponderEliminarOs oligopólios fazem disso. Ainda há muito poucos anos se discutia (com muita razão) a falta de higiene dos médicos. Quantos portugueses terão morrido à conta disto?
Pergunto-me quando conseguiremos escolher um sistema de saúde à alemã ou à francesa; ou se iremos cair nos excessos espanhóis.
E pergunto-me também como substituir a OM que nunca cumpriu as premissas da sua existência legal.
Tem toda a razão, Sofia.
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