16 novembro 2008

Sem título


poema de Inês Torres


pintura de Braddy Romero Ricalde: the poet's dream


 


 


Não entendo a minha natureza de poeta,

nem me sei categorizar nessa condição.

Devo ser poeta das estrelas ou das coisas,

dos dias ou talvez dos sonhos, ou das árvores de outono.

Não sei bem.

Se calhar nem sou poeta,

sou só e sou sozinha.

E isso faz-me escrever.

13 comentários:

  1. Anônimo12:43

    A poesia nunca foi compatível com o poder, e seria bom que enquanto Médica se pronunciasse também sobre o estado da saúde em Portugal é que isto de falar dos outros não estando dentro das situações é muito fácil

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    1. Se o Anônimo não se importar, no meu blogue, eu escolho os temas sobre os quais me apetece pronunciar.
      Em relação à minha profissão e a assuntos de saúde, talvez fosse melhor tentar perceber como é o blogue, pois já tratei inúmeras vezes de variadíssimos aspectos da política de saúde.
      Em relação à incompatibilidade entre a poesia e o poder, nem sequer tenho comentários.

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  2. Anônimo13:19

    "Não é vergonha abrir ao diálogo. O que não é próprio da democracia é a teimosia e inflexibilidade"

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  3. eu gostei muito deste poema. e gosto do que fala e como e quando.

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    1. Obrigada, JPN . Este poema é de uma jovem muito interessante, Inês Torres, que vale sempre a pena espreitar.

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  4. Anônimo16:26

    Escolha os temas que quiser, o Blogue não é meu e de facto em questões de saúde estamos falados já percebi que é mais fácil falar de casa alheia

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  5. Anônimo16:27

    Em relação à incompatibilidade entre a poesia e o poder defacto não há comentários verdade de La Palisse

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  6. Anônimo16:32

    Mas se é verdade que a poesia é a alma da vida também e verdade que a política mete a nú o que de pior há na raça humana. Assim enquanto 150mil Porfessores sofrem outros discursam sobre o que lhes interessa.

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  7. Ninguém escreve sozinha, escreve -e bem- consigo própria.

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  8. Mas quem é esse anónimo dum raio que anda p'raí a chateá-la ? Era melhor que desse a cara !
    Abraço !

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  9. Dino20:42

    Ao Sr José-Carlos Ferreira de Almeida
    Já dei a cara qual é o problema ainda não percebi

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  10. Incrível a falta de senso de certas pessoas para já não referir a incompleta insensibilidade que revela. Estou, obviamente, a referir-me a um tal Anónimo que, além de inoportuno, produz comentários de inteligência duvidosa.

    Em relação ao poema, é uma maravilha. É um orgulho, não é?

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