poema de Inês Torres
pintura de Braddy Romero Ricalde: the poet's dream
Não entendo a minha natureza de poeta,
nem me sei categorizar nessa condição.
Devo ser poeta das estrelas ou das coisas,
dos dias ou talvez dos sonhos, ou das árvores de outono.
Não sei bem.
Se calhar nem sou poeta,
sou só e sou sozinha.
E isso faz-me escrever.
A poesia nunca foi compatível com o poder, e seria bom que enquanto Médica se pronunciasse também sobre o estado da saúde em Portugal é que isto de falar dos outros não estando dentro das situações é muito fácil
ResponderEliminarSe o Anônimo não se importar, no meu blogue, eu escolho os temas sobre os quais me apetece pronunciar.
EliminarEm relação à minha profissão e a assuntos de saúde, talvez fosse melhor tentar perceber como é o blogue, pois já tratei inúmeras vezes de variadíssimos aspectos da política de saúde.
Em relação à incompatibilidade entre a poesia e o poder, nem sequer tenho comentários.
"Não é vergonha abrir ao diálogo. O que não é próprio da democracia é a teimosia e inflexibilidade"
ResponderEliminareu gostei muito deste poema. e gosto do que fala e como e quando.
ResponderEliminarObrigada, JPN . Este poema é de uma jovem muito interessante, Inês Torres, que vale sempre a pena espreitar.
EliminarEscolha os temas que quiser, o Blogue não é meu e de facto em questões de saúde estamos falados já percebi que é mais fácil falar de casa alheia
ResponderEliminarEm relação à incompatibilidade entre a poesia e o poder defacto não há comentários verdade de La Palisse
ResponderEliminarMas se é verdade que a poesia é a alma da vida também e verdade que a política mete a nú o que de pior há na raça humana. Assim enquanto 150mil Porfessores sofrem outros discursam sobre o que lhes interessa.
ResponderEliminarNinguém escreve sozinha, escreve -e bem- consigo própria.
ResponderEliminarMas quem é esse anónimo dum raio que anda p'raí a chateá-la ? Era melhor que desse a cara !
ResponderEliminarAbraço !
Ao Sr José-Carlos Ferreira de Almeida
ResponderEliminarJá dei a cara qual é o problema ainda não percebi
Incrível a falta de senso de certas pessoas para já não referir a incompleta insensibilidade que revela. Estou, obviamente, a referir-me a um tal Anónimo que, além de inoportuno, produz comentários de inteligência duvidosa.
ResponderEliminarEm relação ao poema, é uma maravilha. É um orgulho, não é?
Concordo com tudo o que dizes.
EliminarÉ um orgulho.