(escultura de Gustav Vigeland: Vigeland State Park)
Enchemos as bocas os braços as mãos
de queixas e tempo desocupado.
Deveríamos olhar mais a lua que o chão.
Farto-me do cansaço dos meus próprios passos
farto-me de palavras ruidosas inodoras.
Deveríamos olhar mais a lua que o chão.
ola sofia, pequena mas bonita, um pensamento poético, não é? Ciao.bacio.
ResponderEliminarObrigada, Peter.
EliminarPois, mas a lua fica lá tão alto!!!
ResponderEliminarMas é uma luz, mesmo que pálida, que nos parece eterna.
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