Nacionalizou-se o BPN, tal como já se nacionalizaram vários bancos noutros países da Europa civilizada.
Mas por cá foi pouco civilizada a reacção. Aliviados só mesmo os clientes.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Nacionalizado?????
ResponderEliminarEntão eu andei a robar no Corte Ingles... só que depois pagava a conta... Não me parece que nacionalizar se faça pagando aos accionistas.
Digamos bem comprado e será mal vendido...
Seria interessante ouvir a opinião do Prof. Anibal Cavaco Silva, que na qualidade de Presidente da República, não se tem coibido de vir a terreno pronunciar-se sobre outros acontecimentos passados neste cantinho à beira-mar mal frequentado, assuntos esses bem menos importantes do que a nacionalização de um banco.
ResponderEliminarComo exemplo, o estatuto dos Açores, que até deu direito a uma mobilização geral dos portugueses, em época de férias, transmitido em horário nobre, para ouvir, quase nada de relevante.
Sobre o BPN, administrado por rapaziada amiga do PSD, e que pertenceu aos seus Governos, será que iremos ouvir alguma coisa?
Aguardemos serenamente!
Diz bem: o que prova que em 1975 Portugal já fazia parte da Europa civilizada.
ResponderEliminarDigo eu, que, cumpridas as regras da supervisão, entendo que as duas "Bancas" podem coexistir.
O país mais "civilizado" desta "Europa civilizada" - a Islândia - entrou em bancarrota e para a economia (e as pessoas, ao que parece...) sobreviver está a pedir milhões e milhões ao FMI. Se calhar não devíamos copiar tudo o que a "Europa civilizada faz"...
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