25 setembro 2008

Périgueux

No restaurante Hercule Poireau, com uma entrada de oefs cocottes, que se transformou numa sopa de creme com ovo e presunto, acompanhada de um vinho tinto muito bom, depois de uma noite com ameaças de pedreiras renais a rolarem pelas encostas ureterais, foi uma entrada de estadão nas microférias, para curar de uma sobredosagem de novas classificações e descobertas electrizantes e estratosfércas no domínio dos linfomas, da citogenétca, dos doubles hits, do CISH, enfim, de gente iluminada que se farta de trabalhar para melhorar a saúde do comum dos mortais.


 


Périgueux é uma vila medieval lindíssima. Amanhã espera-nos mais canard, magret, foi gras, paté  e confit de canard, múltiplas variedades da charcuterie périgourdine, ou deveria mesmo dizer perigordina.


 


Sim porque ontem o jantar foi magret acompanhado de jazz, num restaurante que se chama... Canard-Jazz.


 



(pintura de Liza Hirst: Pérgueux)

3 comentários:

  1. Não sei se ouves, mas eu estou a rosnar... De inveja, claro. Ainda me faltam uns dias para as minhas férias que espero que sejam melhores do que o treino.

    beijos. Divirtam-se. Isso é que interessa

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  2. Cristina Loureiro dos Santos00:07

    Deve ser tudo muito giro. E essas iguarias soam deliciosas... Só não achei muita graça à parte das pedreiras lol Mas já passaram, espero

    Relaxem, descansem, divirtam-se.
    Beijinhos.

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