A morte entra-nos pelos olhos. Poderiam ser os nossos irmãos, as nossas mães, os nossos filhos. A ameaçar e a ser ameaçados, carrascos ou vítimas.
Como lidar com a vida o drama que se desenvolve em tempo real, como ajuizar dos sentimentos de quem é próximo, já que nos sentimos todos próximos?
Escolher entre os assaltantes e os reféns. Não deveria ser preciso escolher, pedir, exigir que tenha que se escolher.
Mas é para isso que há polícia de segurança pública, para que a segurança seja assegurada. De ladrões também, mas já que teve que se escolher, ainda bem que, pelo menos foi possível salvar as vítimas.
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