E enquanto nos distraímos com os jogos olímpicos, na Geórgia e na Ossétia do Sul há guerra. Mortos, feridos, refugiados, escombros, tudo a que infelizmente nos vamos habituando.
O Presidente Bush fala do cimo do seu descrédito e da sua incapacidade para influenciar ou moderar seja o que for. Putin passeia-se e manda.
"Melhor" que isso, ainda ontem tivemos oportunidade de ver George W. Bush a assistir às provas de natação que estão a decorrer nos Jogos Olímpicos de Pequim, agitando uma bandeirinha americana.
ResponderEliminarChegámos ao limite de, para tranquilizar a opinião pública norte-americana e mundial, torna-se preferível mostrar que Bush está de férias e NÃO ESTÁ a tratar do assunto...
Tal como Putin combate até ao último iraquiano, Bush vai bater-se até ao último georgiano, até porque esta não é a "sua" Georgia.
ResponderEliminarE se não estivesse de "férias"? Tratava do assunto?
ResponderEliminarA Ossétia do Sul declarou a independência em 1991 mas, como não fazia parte da ex-Jugoslávia, não foi reconhecida. Depois da calinada do Kosovo, outros se seguirão. Até porque na Europa Central faz um frio do caraças no Inverno!
ResponderEliminarE a Europa mantém-se naquela posição do " nem sim nem sopas", talvez envergonhada da atitude que tomou em relação ao Kosovo.
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ResponderEliminarSÓ OS CEGOS NÃO PODEM VER
BUSH AINDA ANDA À SOLTA
A atitude europeia é a necessária já que não se quer gastar em orçamentos de defesa visiveis... entre isso e não se saber claramente qual é a prioridade o lado comercial ou ter principios e valores claramente definidos. Até lá cá ficamos neste "caldo" morno da diplomacia europeia.
ResponderEliminarA posição da Europa é uma não posição, como tem sido em muitos casos, nomeadamente do Kosovo. Os EUA estão descredibilizados e Putin sonha com antigos poderes imperiais (ou modernos...).
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