(pintura de Barbara Wagner: Tracks and Traces #6)
Na casa crua
arrumo as lembranças
penteio momentos
escondo o corpo
caminho lentamente entre vozes
ecos de um passado
que sonhei.
Na casa crua
espero pelos dedos vagarosos
que ambos tocaremos na penumbra
por entre os longos braços
da saudade
saberemos o amor
que nos procura.
ResponderEliminarNa casa crua não se fazem milagres
só poesia
e já é tanto
Milagres só mesmo os que desconhecemos. Obrigada.
EliminarMais um belíssimo para ler amanhã. Já me estragaste o alinhamento...
ResponderEliminarBeijos
Desculpa, não era minha intenção...
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