O que se está a assistir no país com a paralisação sob coacção, dos camionistas, com o bloqueio das estradas e dos portos, com a revista dos automóveis por grevistas e a destruição e impedimento de venda de peixe, no caso dos pescadores, é absolutamente inaceitável. Onde estão os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos? Onde estão as forças de segurança?
Porque é que as empresas de camionagem não aumentam os preços dos seus serviços? Se o governo cede está aberta a porta para que todos os cidadãos possam reivindicar o que lhes apetecer, porque a gasolina e o gasóleo aumentou para todos e eu, para ir trabalhar, também gasto cada vez mais dinheiro em gasolina. Que tal pedir ao governo para me facilitar a vida?
Gostava de ouvir os campeões das liberdades e da democracia esclarecerem o que pensam sobre este assunto.
Se o governo ceder a estas pressões ilegítimas e ilegais, após ter resistido às manifestações e aos apelos da rua por parte dos sindicatos, pode dizer adeus ao que resta da sua credibilidade.
No tom de discurso de Sócrates, quase não se vislumbra a convicção e a arrogância habituais.
ResponderEliminarNo caso vertente o problema envolve "Patrões" o que é sintomático e preocupante.
Totalmente de acordo consigo !
ResponderEliminarConcordo com estas greves, e acho que toda gente deveria aderir. Mas quem não o fazer, não deveria ser perseguido ou agredido. E que autoridade têm estes senhores para desviar o trânsito e revistar as malas dos carros?
ResponderEliminarDe acordo com a leitura. Cumps
ResponderEliminarA liberdade e a democracia são só para alguns.
ResponderEliminarNão se trata de uma greve mas de lock out, o que é proibido pela Constituição. As empresas de camionagem já são financiadas, em muito, por via das SCUTs. Há que pensar em esquemas alternativos de transporte de mercadorias. Comboio, designada/.
ResponderEliminarUma palavra para lamentar o silêncio da líder da oposição. Deplorável a falta de sentido de estado. Com ela era só benesses, presume-se...
Tem razão, tem havido muito de lamentável em tudo isto. E quanto aos transportes, tem razão de novo.
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