(pintura de Richard Diebenkorn: ocean park nº 128)
Mar de muros
adentro
mar seguro
sedento
mar abrupto
do centro
de nós.
Mar sem tempo
sem nexo
para nós.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Excelente poesia nos dois últimos, excelente prosa no anterior. Só agora é que percebi a referência à jornalista na palhaçada de ontem no circo de São Bento. Não se pode fazer objecção de consciência a que os nosso impostos vão para mais de duas centenas de falsos tribunos sem qualquer nível intelectual e cívico?
ResponderEliminarFinalmente um poema! E que poema lindo! ainda por cima tendo por tema o mar que somos nós...
ResponderEliminarTambém já tinha saudades da poesia!
ResponderEliminarGosto MUITO. Posso pedir bis?
No estado em que estão as coisas, mais vale de facto fazer poesia. (E boa.) Sem nexo com nexo.
ResponderEliminar:)
Obrigada aos meus amáveis e tolerantes comentadores.
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