Lento segredoque me sopra o vento
enquanto passeio pela casa
e visito a memória
das asas que guardei.
(fotografia de Susanna Frohman: wings)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Não devemos tirar as asas ao vento...
ResponderEliminarLindo, Sofia, esse teu segredo...
ResponderEliminarLindo, lindo...
ResponderEliminarBeijinhos, muitos, linda :))
Cristina Loureiro dos Santos
Que poesia linda!
ResponderEliminarAté me vieram as lágrimas aos olhos!
Lindo de morrer!
Obrigada a todos pelo incentivo.
ResponderEliminarMas não posso deixar de comentar que há alguém que não posso nomear, que acha que a fotografia é da Maria de Belém antes de ter ido ao cabeleireiro.
Estraga qualquer hipótese poética, por muito remota que seja.