Confesso que não consegui perceber esta notícia. Afinal, o que é que se passa e o que é que muda? Os imigrantes precisam de mais condições para serem legalizados, para além de terem contrato de trabalho, descontarem para a segurança social e terem entrado legalmente no país?
Os imigrantes ilegais vão poder legalizar-se como?
Os esclarecimentos sobre o artigo 88º, alínea 2, prestados por José Magalhães, não me esclareceram rigorosamente nada.
Será que o problema é meu, da lei, ou de quem escreveu o artigo? Será que Céu Neves percebeu alguma coisa do que escreveu?
Espero que seja só obnubilação matinal dominical.
Pelo contrário, concordo na totalidade com o artigo de António Barreto no Público - Da mentira como virtude política (obrigada a LA-C), claro e cristalino, sobre a mentira que se tornou num estado de arte para a política.
José Sócrates está a alimentar um tabu completamente infantil e despropositado sobre a sua decisão quanto a referendar ou não o Tratado de Lisboa. Está a perder o timing e a deixar que se avolume a suspeita de que a sua opinião será ditada pela posição revista e retocado do PSD.
Se for favorável, também poderá ser vista como uma decisão tomada a reboque de várias pressões de grupos ou individualidades, e não o resultado de uma convicção firme do que está correcto fazer – cumprir uma promessa eleitoral.
Os imigrantes ilegais vão poder legalizar-se como?
Os esclarecimentos sobre o artigo 88º, alínea 2, prestados por José Magalhães, não me esclareceram rigorosamente nada.
Será que o problema é meu, da lei, ou de quem escreveu o artigo? Será que Céu Neves percebeu alguma coisa do que escreveu?
Espero que seja só obnubilação matinal dominical.
Pelo contrário, concordo na totalidade com o artigo de António Barreto no Público - Da mentira como virtude política (obrigada a LA-C), claro e cristalino, sobre a mentira que se tornou num estado de arte para a política.
José Sócrates está a alimentar um tabu completamente infantil e despropositado sobre a sua decisão quanto a referendar ou não o Tratado de Lisboa. Está a perder o timing e a deixar que se avolume a suspeita de que a sua opinião será ditada pela posição revista e retocado do PSD.
Se for favorável, também poderá ser vista como uma decisão tomada a reboque de várias pressões de grupos ou individualidades, e não o resultado de uma convicção firme do que está correcto fazer – cumprir uma promessa eleitoral.
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